No último sábado (10), Jorge Mauro Ruas de Paiva, de 51 anos, foi morto a tiros durante um pagode no bairro de Comendador Soares, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. O crime chocante, registrado por câmeras de segurança, ocorreu diante de dezenas de pessoas.
Segundo familiares, Jorge Mauro não conhecia o atirador. Testemunhas relatam que o autor dos disparos seria um policial militar que, armado, abriu espaço na multidão e atirou diretamente contra Jorge, sem qualquer motivação aparente. Ele morreu na hora, sem chance de defesa. O caso está sob investigação da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF).
“Ele não arrumava briga, não arrumava confusão com ninguém. Era uma pessoa querida por todos”, disse um parente, visivelmente abalado. O crime aconteceu na véspera do aniversário do filho de Jorge, que completaria 25 anos no dia seguinte.
Em vídeo publicado nas redes sociais, a sobrinha de Jorge Mauro fez um desabafo contundente: “Tiraram a vida de um homem bom, trabalhador, pai de família. O que estamos vivendo não é segurança pública, é terror. A justiça não pode se calar”.
A família, amigos e moradores da região cobram respostas e justiça. A morte de Jorge Mauro é mais um caso emblemático da violência armada que assola o Rio de Janeiro e coloca em risco a vida de pessoas inocentes, em momentos de lazer e convívio.
Seguiremos acompanhando e nos solidarizando com essa dor que é de todos nós. Vida de preto, de trabalhador, importa!
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