Neste 19 de outubro, o mundo celebra o Dia Mundial de Combate ao Câncer de Mama, uma data instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) para reforçar a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e do acesso ao tratamento adequado dessa que é a principal causa de morte por câncer entre as mulheres em todo o planeta.
A campanha — que se insere no contexto do Outubro Rosa — busca chamar a atenção da sociedade e dos governos para a necessidade de políticas públicas de saúde que garantam o rastreamento, a informação e o acolhimento às pessoas diagnosticadas com a doença.
Uma luta global pela vida
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o câncer de mama representa cerca de 25% dos novos casos de câncer diagnosticados anualmente no mundo. No Brasil, o Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima mais de 70 mil novos casos por ano, número que reforça a urgência de fortalecer as ações de prevenção e cuidado integral.
Prevenção e diagnóstico precoce salvam vidas
A detecção precoce continua sendo a principal aliada na luta contra o câncer de mama. O autoexame das mamas, embora não substitua os exames clínicos e de imagem, é uma prática importante para o autoconhecimento do corpo. O Ministério da Saúde recomenda que mulheres entre 50 e 69 anos realizem a mamografia a cada dois anos — mas o acompanhamento médico deve ser constante, principalmente para quem possui histórico familiar da doença ou outros fatores de risco.
Apoio e acolhimento são parte do tratamento
Além da dimensão física, o enfrentamento do câncer de mama envolve questões emocionais e sociais. O apoio familiar, o acolhimento psicológico e o combate ao estigma são fundamentais para a recuperação e a qualidade de vida das pacientes. Diversas instituições e movimentos sociais atuam no Brasil e no mundo promovendo redes de solidariedade, grupos de apoio e campanhas de informação que ajudam a reduzir o medo e o isolamento enfrentados por muitas mulheres.
Mais que uma data, um compromisso permanente
O Dia Mundial de Combate ao Câncer de Mama é um lembrete de que a luta contra a doença deve ser contínua. É preciso ampliar o acesso à saúde, investir em pesquisa, fortalecer o SUS e garantir que todas as mulheres, independentemente de sua condição social, tenham o direito ao diagnóstico e tratamento adequados.
Como destaca a ONU, “prevenir é salvar vidas — e cuidar é um ato de amor e justiça social.”
ComuniSaúde e o impacto nas favelas
O ComuniSaúde é uma iniciativa que difunde o direito à saúde e valoriza o Sistema Único de Saúde (SUS) e seus profissionais, fortalecendo redes comunitárias em favelas e periferias por meio de ações formativas, comunicação cidadã e articulações locais que ampliam o acesso ao atendimento básico, à saúde mental e a campanhas educativas. O projeto atua como ponte entre moradores e serviços públicos, oferecendo também um canal telefônico para orientação, mediação de conflitos e cobrança junto aos órgãos competentes sempre que houver negativa ou omissão no atendimento.
ComCausa ComuniSaúde Baixada: 21 96942-1505 e acesse: comunisaude.org.br
Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro
Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas.
Essa articulação interinstitucional é fundamental para reduzir desigualdades históricas e promover o acesso universal à saúde como um direito humano básico e inalienável.
Leia também
Dia do Terapeuta Ocupacional: ComuniSaúde destaca papel essencial na promoção da saúde
| Projeto Comunicando ComCausa
| Portal C3 | Instagram C3 Oficial
______________________
Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com

______________________
Compartilhe:
