Após furto Cozinha Solidária CHM mobiliza rede de apoio para retomar preparo de refeições

Cozinha Solidária

A Cozinha Solidária CHM, referência em acolhimento e alimentação comunitária na Baixada Fluminense, sofreu uma invasão que resultou no furto de praticamente todos os utensílios de cozinha. Foram levadas facas, panelas e instrumentos essenciais ao preparo de refeições para dezenas de famílias atendidas pelo projeto. Diante disso, a equipe iniciou uma campanha de doações para reequipar o espaço e retomar as atividades até a próxima segunda-feira.

Além do prejuízo material, o crime expõe a fragilidade de iniciativas sociais que atuam onde o Estado frequentemente se omite. “Mais do que perdas, essa invasão nos faz refletir sobre o abandono institucional e a necessidade urgente de políticas públicas que fortaleçam os vínculos comunitários, promovam a saúde mental e garantam dignidade para territórios vulnerabilizados”, destaca nota da organização.

Como ajudar

A campanha pede doações em utensílios ou valores equivalentes via Pix. Quem não puder contribuir financeiramente, pode colaborar compartilhando a mensagem para ampliar o alcance da mobilização.

Lista de itens solicitados:

  • 2 caldeirões nº 28
  • 2 caçarolas (nº 28 e 30)
  • 3 escumadeiras
  • 4 colheres grandes (metal)
  • 3 garfos grandes (metal)
  • 4 tabuleiros grandes
  • 1 cutelo
  • 3 facas grandes
  • 2 frigideiras grandes
  • 4 bandejas grandes
  • 1 triturador de alimentos
  • 1 espremedor de suco

Chave Pix: ccpbaixada@gmail.com
Informações: (21) 98607-7045 (WhatsApp)
Instagram: CHM Sem Bacilo

Solidariedade que alimenta e acolhe

A Cozinha Solidária CHM não é apenas um local de produção de alimentos. É um espaço de cuidado coletivo, onde se cultiva esperança, afeto e fortalecimento comunitário. O ataque sofrido não interrompeu a força da rede: voluntários, parceiros e apoiadores já se mobilizam para garantir o retorno das atividades.

“Espaços como o nosso não podem estar sozinhos. A fome, a dor e a exclusão social não se enfrentam com repressão, mas com escuta, dignidade e rede de afeto”, reforça a equipe.

Toda contribuição ajuda a alimentar corpos e fortalecer esperanças.

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