A família de Cláudio Lopes da Silva Júnior, conhecido como Junior, pede justiça após a morte do jovem de 23 anos baleado em frente ao portão de casa, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. O crime ocorreu diante de familiares e gerou forte comoção na comunidade.
Segundo relato da irmã, um homem chegou ao local em uma motocicleta, disfarçado de entregador, e pediu informações sobre um suposto endereço. Em seguida, desceu do veículo, mandou que as pessoas se afastassem e atirou contra Junior. Testemunhas afirmam que o jovem gritava que era inocente e dizia que estava sendo confundido, mas mesmo assim foi alvejado.
Junior ainda foi socorrido pela própria família e levado com vida ao Hospital Geral de Nova Iguaçu, conhecido como Hospital da Posse. Apesar dos esforços da equipe médica, ele não resistiu aos ferimentos e morreu horas depois.
A família informou que o jovem trabalhava como entregador por aplicativo e realizava corridas pela plataforma 99. Descrito como trabalhador e dedicado, Junior era conhecido na vizinhança e não tinha envolvimento com atividades criminosas, segundo parentes e amigos.
Indignados com a violência, familiares e amigos realizaram uma manifestação em frente ao Hospital da Posse, pedindo justiça e cobrando respostas das autoridades. Com cartazes e palavras de ordem, o grupo denunciou a execução e o sofrimento causado pela perda precoce do jovem.
A Polícia Civil informou que a delegacia responsável acompanha o caso e que as investigações estão em andamento para identificar o autor e esclarecer as circunstâncias do crime. Enquanto isso, a família segue em luto e reforça o apelo por justiça, para que a morte de Junior não fique impune.
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