Ação do Bem: projeto resgata trata e mantém cerca de 50 animais

Projeto Ação do Bem

A Ação do Bem é um projeto independente de proteção animal, e não uma ONG. A iniciativa é conduzida por pessoas físicas e coordenada pelas irmãs Taís Côgo e Suzy Côgo, com apoio da família e de uma rede de voluntários. Parte da equipe recebe remuneração, especialmente para funções contínuas de cuidado e manutenção dos espaços.

Atualmente, o projeto administra quatro locais de acolhimento: três em Nova Iguaçu e um sítio em Paty do Alferes. A atuação ocorre principalmente na Baixada Fluminense, com ações em Nova Iguaçu e Seropédica, além de Paty do Alferes e Miguel Pereira, onde há parceiros e voluntários que fortalecem a rede de apoio.

O trabalho é focado em resgate de animais em situação de abandono e risco. Após o resgate, os animais são tratados, castrados e encaminhados para os espaços do projeto, onde permanecem sob cuidados até serem adotados. Quando não ocorre adoção, os animais seguem acolhidos pela equipe por toda a vida. Atualmente, a Ação do Bem mantém cerca de 50 animais, entre cães e gatos.

A coordenação também conta com apoio técnico da veterinária Dra. Samara Rodrigues Nascimento, integrante da equipe de coordenação, além de parcerias para viabilizar castrações. Quando não há oferta gratuita por órgãos públicos, o projeto custeia os procedimentos, incluindo despesas clínicas, medicamentos e acompanhamento.

Entre as principais necessidades, estão ração, vermífugos, vitaminas e medicamentos antiparasitários. O consumo mensal estimado é de cerca de 450 quilos de ração para cães e aproximadamente 30 quilos de ração para gatos. O projeto também utiliza produtos como antipulgas e carrapaticidas de maior custo, além de vitaminas e suplementos para fortalecimento de filhotes, frequentemente encontrados em condições de vulnerabilidade nas ruas.

A Ação do Bem realiza feiras de adoção e adota medidas para garantir proteção aos animais após o encaminhamento às famílias. Os adotantes assinam termo de responsabilidade, que prevê multa equivalente a um salário mínimo em casos de devolução indevida, abandono ou maus-tratos. O projeto afirma contar com suporte jurídico para orientar e acompanhar situações de descumprimento.

Filhote resgatado de maus-tratos precisa de lar temporário urgente para seguir tratamento

Ralf, um filhote de pitbull de 7 meses resgatado após maus-tratos, precisa com urgência de um lar temporário para continuar o tratamento de queimaduras fora da clínica veterinária. O apelo foi divulgado pelo Projeto Ação do Bem, que afirma não ter mais condições de manter a internação por causa dos altos custos.

Segundo a organização, parte do corpo do animal foi queimado e ele está em acompanhamento veterinário desde o resgate. Os gastos do tratamento já ultrapassam R$ 6 mil, com parte do valor coberta por doações. Mesmo assim, o projeto informa que Ralf não pode permanecer internado e precisa de um local seguro para seguir com os cuidados indicados pela equipe veterinária.

Casos de violência contra animais frequentemente deixam sequelas físicas e emocionais e exigem tratamento contínuo. No caso de Ralf, a urgência é garantir um ambiente de acolhimento que permita a continuidade do cuidado com responsabilidade, evitando interrupções que possam agravar o quadro e aumentar o sofrimento do filhote.

O pedido destaca que, apesar do que viveu, Ralf segue “lutando pela vida” e precisa de uma família temporária que ofereça segurança, amor e compromisso com a rotina de tratamento.

O Projeto Ação do Bem pede que quem puder acolher — ou indicar alguém que possa — entre em contato imediatamente. A organização também reforça que compartilhar a informação pode ajudar a chegar até a pessoa certa.,

Contato: (24) 99996-4172 (Projeto Ação do Bem)

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